Por Bryan Guimarães
A cada dia novos programas surgem na TV brasileira. Alguns não tão bons, outros com uma ideologia plausível, no que diz respeito à informação à população.
A cada dia novos programas surgem na TV brasileira. Alguns não tão bons, outros com uma ideologia plausível, no que diz respeito à informação à população.
Um desses novos programas é o "A Liga", da Rede Bandeirantes. Ontem (17/08) o assunto foi preconceito. Rafinha Bastos, Débora Villalba, Thaíde e Rosanne Mulholland foram às ruas para saber o que o brasileiro pensa sobre sexualidade, cor, doença, entre outros assuntos. O mais intrigante da história foi os apresentadores também entenderem não apenas o que o cidadão pensa, mas como age quando se depara com tais situações.
Todos os temas foram de grande relevância em uma discussão de assuntos que interferem no nosso cotidiano, que nos chega aos olhos diariamente. Porém, o que mais me chamou atenção foi o bloco sobre as pessoas que contraíram o vírus da Aids e são soropositivas.
Alguns entrevistados, sem o mínimo de conhecimento, chegaram a dizer que a doença se transmite pelo espirro. Não, não eram apenas entrevistados de baixa instrução. O ponto forte da matéria foi justamente a mixagem de várias camadas sociais. E, acredite, muita gente não usaria um garfo que apenas foi pego por um soropositivo, além de não deixar seu rosto ser beijado. É de espantar, mas ao mesmo tempo nos abre os olhos para sabermos que isso ocorre diariamente.
Tema polêmico, mas nada justifica, ou deveria justificar, por exemplo, um ser humano ser demitido por isso. A informação está aí aberta para todos. Ninguém tem o poder de dizer como deve ser a conduta alheia, mas a ignorância não pode imperar.
Veja o vídeo abaixo e constate o que alguns pensam sobre isso.
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