segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Marketing político nas redes sociais

A internet, este conglomerado de redes que tem revolucionado o mundo, tem se tornado uma importante e decisiva ferramenta para a política. Pesquisar sobre a vida dos candidatos tem sido uma ação de grande alcance e fácil acesso a partir da usabilidade e interatividade que a World Wide Web (WWW) permite.

O crescimento do número de usuários brasileiros à rede verifica-se relevante nesses últimos quatro anos em consequência da invasão às redes sociais (Orkut, Facebook, Youtube, Twitter etc.), que abrem portas para o desenvolvimento da comunicação e a proximidade das pessoas.

Os brasileiros estão em primeiro lugar no ranking mundial em acesso a estas redes, ou seja, a hipótese de investir na política por estes meios é algo, no mínimo, válido. A internet, assim como as redes sociais, tem o poder de juntar as pessoas que pensam da mesma maneira e é exatamente este fator que torna a web um veículo útil ao marketing político.

Aqui no Brasil, este método de uso das redes sociais para campanha política é recente. Está se massificando agora, porém, nos EUA, as campanhas na web é comum. Em 2008, Barack Obama elegeu-se presidente estabelecendo uma vasta rede de apoio popular, mobilizada pelos seus eleitores via internet.

Mas, de fato, não se sabe, ao certo, até que ponto é positivo ou negativo o papel que a internet desempenhará nestas eleições presidenciais no Brasil, pois a disputa é forte e as divergências são notáveis. Enfim, nesta briga de cachorro grande, ainda mais quando se é utilizado um meio tão vasto e traiçoeiro como a internet, qualquer aposta é mera especulação.

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