segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Dia de São Cosme e Damião

Por Bryan Guimarães

Independente de crença, de religião, hoje é dia de Cosme e Damião. Dia de agradecer, comer carurú, ganhar bala e se divertir. 

Guerras são intituladas santas simplesmente pela intolerância religiosa. Quem, em sã consciência, faz guerra em nome de Deus. Vivemos em mundo de diversidades. Qual a graça se todos fossem da mesma cor? Acreditassem sempre nas mesmas coisas?

É justamente essa diferença que faz a vida tão gostosa de ser vivida. Então, seja você ou não adepto de religião, crendo ou não na existência de Cosme e Damião, não julgue ou seja leviano com alguma criança que aparecer em sua casa pedindo uma balinha.

Louvemos a diversidade. 

E, para quem acredita, divirta-se, ore, coma carurú e seja feliz com a sua ideologia e crença.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Direitos Humanos para humanos direitos

Por Bryan Guimarães

Falar sobre direitos humanos é sempre uma discussão polêmica. A Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas afirma: "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."

Pois bem, quem não age com esse "espírito de fraternidade" e, por exemplo, arrasta uma criança no asfalto, merece ser tratado como humano?

Nós nascemos para ser livres, correto? Normalmente, não sempre, mas habitualmente quem fica em jaula são os animais. Então, seria necessário tratarmos os "humanos" que ficam atrás da grades como tais?  Essa resposta encontra várias vertentes, opiniões. 

O que eu nunca vejo, seja na TV, jornal impresso ou rádio é um defensor do Direito Humano aparecer para amenizar a dor da família da vítima. O que eu, você e muitos outros que já conversei sobre o assunto acham, é que parece que esses direitos só servem para os que não são seguem a lei.

Quem mata, estupra, bate em velhinhos e crianças tem esse direito? Você considera esse ser um monstro ou humano? Sem contar que gastamos impostos todos os meses para colocarmos novos colchões nos presídios para substituir aqueles que foram queimados pelos próprios prisioneiros. Mas é lógico que eles queimam, porque sabem que depois terão outro. É o "Direitos Humanos", porque um assassino não pode ficar sem colchão, mesmo que ele tenha queimado.

Não estou aqui dizendo que devemos bater ou matar os que cometem delitos (sendo que em alguns casos concordo com essas atitudes), mas posso dar alguns exemplos de como eles poderiam pagar pelos seus erros ajudando, sim, o direito do humano correto. Lá vai: Por que as cadeiras escolares não são feitas pelos presos? Por que a manutenção da cadeia não é feita pelo próprio preso? Por que o governo gasta milhões com alguns trabalhos enquanto poderia não gastar nada (ou quase nada) usando os presidiários?

É preciso olhar e defender mais a vítima, pois, talvez, se quem realmente acredita nos direitos da humanidade cuidasse mais dos humanos direitos, essa concepção não cairia na banalização.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A linha que une político e cidadão

Por Bryan Guimarães

O que mais se percebe, dentro ou fora do período eleitoral, é o pré-julgamento de que político não presta. São todos corruptos, salafrários e só querem o dinheiro do povo.

Em alguns casos eu tenho que concordar. Porém, os políticos um dia estiveram do nosso lado. Será que há realmente alguma diferença? É claro que usar dinheiro público é de extrema má fé, mas o que está em pauta não é o maior ou menor pecador, mas sim a desonestidade.

Quantos já não dirigiram depois de tomar uma na festa de um amigo, ou depois daquele jogaço do seu time de coração? Quantos já não compraram mídias piratas? Quantos já não pegaram no volante sem habilitação? Quantos já não furaram fila por conhecerem alguém que estava mais a frente ou até mesmo quem trabalhava no local e, por sorte, deu aquele jeitinho brasileiro?

Nenhum erro justifica o outro, mas será que podemos cobrar honestidade sendo desonestos? A mudança vem de berço. Precisamos mudar as nossas atitudes (me incluo nessa), pois o que chega no congresso é apenas o reflexo do nosso cotidiano.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A orla é dos "sacizeiros"

Por Bryan Guimarães

Pode parecer perseguição, mas não é. Até peço desculpas a você, leitor, por falar novamente sobre o assunto. Mas é de impressionar a má administração da Prefeitura de Salvador e a falta de projetos que melhorem a vida dos soteropolitanos.

Na primeira gestão João Henrique ficou conhecido como o prefeito que pinta meio-fio e ponto de ônibus. Na segunda provavelmente será lembrado pela demolição das barracas.

Como todos sabem, foi uma decisão que não estava ao seu alcance, porém, a prefeitura tem a obrigação de ter um planejamento de crise. Projetos e soluções que possam sanar, ou perto disso, os problemas vivenciados pela população.

Como não existe, ou pelo menos até agora não vimos nenhuma ação, a orla, que iria ficar linda com a revitalização, cada vez mais é vítima das mazelas iniciadas com a demolição. Agora os pontos viraram local de encontro de "sacizeiros", como descreve o jornal Correio da Bahia.

Crack, maconha, pó. Parece até uma rave (nada contra quem gosta desse tipo de festa). Veja com seus próprios olhos, reflita e diga: Está melhor assim ou era melhor deixar as barracas até termos uma real solução de melhoria das nossas praias?

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Revitalização já!

Por Bryan Guimarães

Muito se falou ultimamente sobre a demolição das barracas na orla soteropolitana. Alguns são contra, outros a favor, mas o consenso entre todos é que será preciso uma rápida revitalização.  Porém, a prefeitura derrubou, mas não tem dinheiro para revitalizar, como foi prometido.

R$ 300 milhões foi a quantia que João Henrique solicitou ao Governo Federal. Se esse dinheiro vai ser liberado por agora, ninguém sabe, ainda mais sendo o pedido realizado por um homem do PMDB. Oras, mas aí você me pergunta: O vice da chapa da Dilma não é um Pmdbista? Sim, é, mas na Bahia os dois partidos entraram em choque já faz algum tempo, e um que comprou a briga foi o nosso atual prefeito. 

Se a nossa política fosse baseada 100% no trabalho para o povo, esse problema estaria sanado rapidamente. Mas sabemos que a banda não toca dessa forma. Os interesses políticos falam mais alto. É triste, mas é a realidade.

O que todos, ou quase todos temem é que as praias fiquem vazias como aconteceu no último feriadão. Praias destruídas espantam banhistas, espantam turistas e acabam com o sustento de muitos trabalhadores. 

O verão está chegando, os turistas também. Será que teremos a nossa orla como está agora? Fios desencapados fazendo vítimas animais e cidadãos,  madeiras com pregos largadas na areia. Essa é a visão que temos hoje da nossa orla. Que nossos governantes tomem consciência e saibam que a praia é um misto de lazer, consumo e trabalho duro, junção que aquece a economia da cidade.

Uma solução imediata tem que ser tomada, não um tapa buraco com toldos e algumas barracas e cadeiras como a prefeitura está sugerindo. Se for pra melhorar, que seja de vez, mas não retroceder em uma decisão que já mudou a vida de muitos. Revitalize, mas revitalize direito e já.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dia do sexo

Por Bryan Guimarães

Para quem não sabe, a marca de preservativos OLLA está promovendo uma campanha para oficializar o dia 06 de setembro como o dia do sexo. Trago abaixo um texto interessante publicado por eles para difundir essa idéia.

"Dia dos pais, dia das mães, dia das crianças, dia dos namorados. Em meio a tantas datas comemorativas no nosso calendário oficial, por que não criarmos um dia em homenagem àquilo que deu origem a tudo: o sexo?

Pense bem. Graças a ele você existe, sua família existe, a humanidade inteira existe. O sexo está presente em tudo, desde a literatura, arte e moda, até a bíblia.. Sexo é música. Sexo é dança. Sexo é muito mais que um ato. Ele é prazer, amor, vida. E é por essa importância que nós estamos propondo a criação do dia do sexo. 

Um dia para a sociedade brasileira discutir abertamente o assunto. Mostrar o seu lado positivo. Quebrar tabus, acabar com o preconceito. Disseminar o sexo seguro. E, é claro, fazer sexo."

Cliquem em www.diadosexo.com.br , saibam mais sobre o assunto e façam sexo!